Instituto Coca-Cola Brasil Revoluciona o Acesso de Jovens ao Mercado de Trabalho com Inovação e Diversidade
Em um cenário cada vez mais competitivo, a inserção de jovens no mercado de trabalho exige estratégias inovadoras e um olhar atento às particularidades de cada indivíduo. O Instituto Coca-Cola Brasil, através de sua plataforma Coletivo Coca-Cola, tem se destacado como um agente transformador, oferecendo não apenas capacitação, mas também uma ponte sólida para oportunidades profissionais. Recentemente, em um episódio do programa RHadioCast, promovido pela Você RH, Daniela Redondo, diretora-executiva da instituição, compartilhou os bastidores dessa iniciativa que, desde 2009, tem sido crucial na conexão entre a juventude brasileira e o mundo corporativo.
Coletivo Coca-Cola: Capacitação e Conexão Personalizada
A plataforma Coletivo Coca-Cola é o epicentro das ações do Instituto. Longe de ser apenas um portal de vagas, o programa oferece um ecossistema completo para o desenvolvimento profissional de jovens em busca de seu primeiro emprego. O conteúdo aborda desde os fundamentos essenciais, como a elaboração de um currículo impactante e a preparação para entrevistas, até habilidades mais comportamentais e técnicas, cruciais para o sucesso na carreira.
“Nosso objetivo é empoderar os jovens com as ferramentas necessárias para que eles próprios construam seus caminhos”, explicou Daniela Redondo durante a entrevista. “Acreditamos que, ao fornecer conhecimento prático e direcionamento, aumentamos significativamente suas chances de se destacar e encontrar posições alinhadas aos seus potenciais.”
Após a fase de capacitação, os participantes adquirem acesso a uma rede de empregadores parceiros. Essa rede funciona como um catalisador, promovendo um encontro estratégico entre os talentos desenvolvidos e as vagas disponíveis. A inteligência de dados e a geolocalização são ferramentas essenciais nesse processo, garantindo que a conexão seja a mais assertiva possível.
“Atualmente, contamos com mais de 400 empresas engajadas, oferecendo um leque diversificado de oportunidades”, destacou a diretora. “Utilizamos tecnologia para otimizar o match entre o perfil do jovem e as demandas da vaga, maximizando as chances de uma contratação bem-sucedida e de um desenvolvimento profissional promissor.”
Diversidade como Motor de Inovação e Crescimento
Daniela Redondo fez questão de ressaltar a importância da diversidade como um pilar fundamental para a inovação nas empresas. Segundo ela, a multiplicidade de perspectivas e experiências é o que impulsiona a criatividade e a busca por soluções inovadoras, algo cada vez mais necessário em um mercado de consumo em constante transformação.
“A riqueza de uma organização reside na diversidade de seus colaboradores. Olhar para o mercado consumidor, que é intrinsecamente diverso, e não ter essa mesma pluralidade dentro de casa é um equívoco estratégico”, argumentou. “Ter pessoas com diferentes olhares e vivências na sua equipe acelera a descoberta de novas soluções, algo que, sem essa diversidade, poderia levar anos para ser alcançado através de pesquisas e análises.”
A diretora-executiva alertou que um dos erros mais comuns cometidos pelas empresas ao tentar incorporar jovens em suas equipes é a generalização. Ela pontuou que um jovem da Geração Z em situação de vulnerabilidade social possui vivências e anseios distintos de um jovem da mesma geração, porém de classe alta. Ambos têm muito a contribuir, mas suas trajetórias e motivações devem ser consideradas individualmente.
“Um jovem da periferia, por exemplo, busca não apenas uma remuneração justa e digna, mas também carrega consigo um brilho nos olhos, uma vontade imensa de fazer acontecer e um potencial que pode surpreender”, enfatizou. “Ignorar essas nuances e tratá-los como um bloco homogêneo é perder a chance de explorar um talento único.”
Quebrando Barreiras de Entrada e Ampliando Horizontes
Para os executivos que desejam abrir as portas para o talento jovem, Daniela Redondo oferece um conselho prático e transformador: reavaliar os processos seletivos e as exigências de cada vaga. Muitas vezes, pré-requisitos desnecessários acabam por barrar a entrada de candidatos com grande potencial de agregar valor à equipe.
Um exemplo citado pela executiva é o domínio do inglês. “Em muitas funções, especialmente nos primeiros anos de carreira, o inglês pode não ser uma necessidade imediata”, explicou. “O importante é criar um compromisso com a evolução, oferecer oportunidades de aprendizado e deixar claro que a empresa está disposta a investir no desenvolvimento do profissional. O foco deve ser em quebrar a barreira de entrada, permitindo que o talento floresça.”
A iniciativa do Instituto Coca-Cola Brasil, por meio do Coletivo Coca-Cola, reforça a ideia de que o investimento na juventude é um caminho inteligente e estratégico para o crescimento das empresas e para a construção de um futuro mais próspero e inclusivo para todos. Ao focar em capacitação personalizada, conexão qualificada e valorização da diversidade, o Instituto se consolida como um parceiro essencial na jornada de milhares de jovens brasileiros rumo a carreiras de sucesso.
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