Conheça a administração pública direta, sua estrutura, classificação e os principais conceitos que você precisa dominar para a prova da SEFAZ-SP
Segundo informações divulgadas pelo conteúdo de preparação para concursos, a administração pública direta é essencial para compreender como o Estado organiza suas atividades administrativas. Este artigo aborda de forma clara e objetiva os principais tópicos relacionados à administração direta, incluindo suas diferenças de centralização, descentralização e desconcentração, além das teorias que explicam a atuação dos órgãos públicos. Se você busca uma revisão eficiente para concursos na área de direito administrativo, este conteúdo é ideal para aprofundar seu conhecimento e estar preparado para as questões da SEFAZ-SP.
Vamos explorar conceitos como a definição de administração direta, suas organizações e as teorias que explicam sua atuação, além de entender a classificação hierárquica, estrutural e funcional dos órgãos públicos. Prepare-se para ampliar sua compreensão sobre os órgãos independentes, autônomos, superiores e subalternos, bem como os órgãos simples e compostos, além do âmbito de atuação, seja ele central ou local. Com esses conhecimentos, você estará mais confiante para conquistar uma boa pontuação na prova da SEFAZ-SP e em outros concursos relacionados ao direito administrativo.
O que é administração pública direta e como ela funciona
Conforme informações de fontes de estudos, a administração pública direta corresponde ao conjunto de órgãos que integram a estrutura central do Estado, responsáveis por executar as atividades administrativas. Ela abrange os entes federativos como a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, incluindo seus órgãos internos, como Ministérios, Secretarias Estaduais ou Municipais. Sendo assim, essa estrutura reproduz, de forma organizada e centralizada, as funções principais do Estado para garantir a gestão de políticas públicas.
Diferença entre centralização, descentralização e desconcentração
A centralização é o modo pelo qual o Estado realiza suas atividades diretamente por meio de órgãos e agentes que fazem parte de sua estrutura. Em contrapartida, a descentralização permite ao Estado atuar indiretamente, delegando funções para entidades autônomas, como empresas públicas ou autarquias, que possuem personalidade jurídica própria. Já a desconcentração distribui as tarefas dentro do próprio órgão ou ente público, dividindo suas atividades entre diferentes setores ou chefias, ainda sob a mesma pessoa jurídica. Esses conceitos são essenciais para entender como o Estado organiza suas funções e processos.
As principais teorias do órgão público
Ao longo do tempo, diferentes teorias foram desenvolvidas para explicar a atuação dos agentes públicos. A teoria da identidade considera o órgão e o agente como uma unidade, ou seja, o órgão é o próprio agente. Na teoria da representação, o Estado é visto como incapaz de agir pessoalmente, sendo representado pelos agentes públicos. A teoria do mandato trata a relação entre administração e agentes como um contrato de representação, enquanto a teoria do órgão público, ou teoria da imputação volitiva, atribui a ação dos órgãos à pessoa jurídica, ou seja, ao ente estatal responsável por aquela atuação. Conhecer essas abordagens ajuda a compreender melhor a responsabilidade e a atuação dos órgãos públicos na administração direta.
Classificação dos órgãos públicos segundo hierarquia, estrutura e atuação
Os órgãos públicos podem ser classificados de diversas formas. Quanto à hierarquia, eles incluem órgãos independentes, que ocupam o topo da cadeia de comando, como o Congresso Nacional e o STF, órgãos autônomos, como ministérios, que possuem autonomia administrativa, e órgãos superiores ou subalternos, que, respectivamente, possuem poderes decisórios ou são meramente executores de atividades. Na estrutura, há órgãos simples, com um único centro de competência, e órgãos compostos, que se subdividem em diferentes setores, como o Congresso. Quanto à atuação funcional, distinguem-se órgãos singulares, como a Presidência, e órgãos colegiados, como a Câmara dos Deputados, onde as decisões são tomadas em colegiado. Por fim, na atuação de âmbito, há órgãos centrais, que atuam em todo o território, como o STF, e órgãos locais, destinados a determinada região, como delegacias e varas judiciais. Entender essas classificações é fundamental para a prova da SEFAZ-SP e concursos na área de direito público.
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